sábado, 10 de abril de 2010

Colocar-se no lugar do outro

Comprova-se cientificamente que os homens são diferentes das mulheres. Além dos atributos físicos diferenciais entre os dois gêneros da espécie humana, pesquisas científicas indicam que o cérebro masculino e o feminino funcionam de forma divergente e encaram as dificuldades e desafios com processos dessemelhantes.

É possível observar isto em uma simples relação entre os dois sexos, por exemplo, em um namoro heterossexual. Verifica-se que para a mulher, ter um problema é poder compartilhá-lo com outrém a fim de poder de algum modo "desabafar", ato que provoca alívio da difícil situação. Porém, ao "desabafar" este problema a um homem, o mesmo tentará resolvê-lo, e dará dicas e meios para resolvê-lo, o que na verdade não é o objetivo feminino.

Verifica-se históricamente que as mulheres estavam destinadas a preocuparem-se apenas com interesses domésticos e que o homem trabalharia e garantiria o sustento financeiro da família. Este fato pode ter vertentes históricas, a partir do momento em que tem-se na pré-história a figura masculina como caçadora e a feminina como zeladora da prole. Sendo assim, a mulher tem tendência a saber lidar melhor em grupo, ou seja, tem mas facilidade a concernir sobre as relações humanas, mesmo de maneira inconciente. O homem, por sua vez, tem disposição natural a ter raciocínio lógico e manipular ferramentas de modo ágil e com objetivo certo e concreto.

Tendo os dois gêneros humanso tais tendências, identifica-se a possibilidade de pensar como o sexo oposto um fato complexo para os seres humanos. Pois, se temos tendências a certos métodos de pensamento, entender e agir como o sexo oposto é algo complicado e que seria adquirido apenas com anos vivenciando e realizando tarefas típicas do gênero oposto.

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